domingo, 3 de fevereiro de 2008

Esse amor que já não sinto,
Que não se sente sozinho,
Transformou em absinto
O que era corpo de vinho.
Esse amor de tão etéreo
Que se extinguiu em mil nadas...

Vou seguindo. Só e sério
Caminho sob as arcadas.
Longe da chuva de cores
Que inunda os grandes amores,
Fecho os olhos ao mistério,
E fujo do conto de fadas.


2 comentários:

Anónimo disse...

lindo...
lindo, lindo...

zuska disse...

hoje senti que este poema espelhava o q me vai ca dentro :)
sabe sempre bem qd se sente isso, n?