Como o azeite e a àgua
Assim não é o amor.
Mistura-se com a mágoa
Vive no seio da dor.
Tem pois que ser destilado
Sublimado até que fique
Vapor, então condensado
No coração-alambique.
Tomado puro é veneno.
Há que torná-lo ameno
Deixá-lo amadurecer.
O amor é uma experiência.
É magia e é ciência.
É a alquimia do ser.
domingo, 28 de dezembro de 2008
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