Esse amor que já não sinto,
Que não se sente sozinho,
Transformou em absinto
O que era corpo de vinho.
Esse amor de tão etéreo
Que se extinguiu em mil nadas...
Vou seguindo. Só e sério
Caminho sob as arcadas.
Longe da chuva de cores
Que inunda os grandes amores,
Fecho os olhos ao mistério,
E fujo do conto de fadas.
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2 comentários:
lindo...
lindo, lindo...
hoje senti que este poema espelhava o q me vai ca dentro :)
sabe sempre bem qd se sente isso, n?
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